O jornal gratuito Metro não será mais publicado na Espanha. A Metro International, responsável pela distribuição do título em vários países, anunciou que o veículo diário não irá mais circular nas sete cidades espanholas nas quais estava presente desde o ano de 2001.O motivo, obviamente, é a crise financeira mundial, que acabou colocando o país em um estágio de recessão econômica no início desse ano de 2009. Tais fatores colaboraram para um forte declínio do faturamento publicitário do Metro espanhol, que também sofreu com o aumento da competitividade com os demais títulos e jornais locais.Ao anunciar o fim das operações no País, a sueca Metro International afirmou que houve várias tentativas de salvar o jornal e manter o título. Porém, nenhuma das medidas surtiu efeito e o grupo optou por descontinuar o título. O fim do jornal causou a demissão de 80 pessoas, de acordo com informações do El Mundo.
Metro BrasilDesde o ano passado, o Grupo Bandeirantes, sócio do Metro Internacional, tem realizado mudanças no Metro no Brasil. Ricardo Lenz deixou o jornal em outubro. Amigo pessoal de Jonnhy Saad (Grupo Bandeirantes), o engenheiro Lenz, com carreira desenvolvida na Villares, foi substituído na presidência por Antonio Teles, com mais 35 anos de atuação no Grupo Bandeirantes. Fontes do M&MOnline informaram que a saída de Lenz consolidava o processo de entrada do jornal Metro no mercado brasileiro, com circulação na cidade de São Paulo e mais recentemente, com edição especial de verão para o litoral Norte do Estado.Em dezembro, a diretora comercial do Grupo Metro, Daniela Sosigan, agora no gratuito semanal Resumo, deixou a empresa após um ano e meio e não foi substituída. E neste mês, o diretor de redação do Metro, Ricardo Anderaos, também se desliga do jornal para coordenar projeto de criação de portal de notícias do Grupo Bandeirantes. Procurado pela reportagem do M&MOnline, o Grupo Bandeirantes ainda não se pronunciou.O Grupo Bandeirantes tem 70% da joint venture Publimetro no Brasil e o grupo sueco Kinevik, controlador do Metro Internacional, tem 30%. Em todo o mundo o jornal Metro tem 23 milhões de leitores diários.
link: http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?Jornal_Metro_deixa_de_circular_na_Espanha
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Noticias de jornal por micropagamentos como a musica no iTunes
Os jornais devem se adaptar ao meio e pensar em meio de ganhar dinheiro com isso, de uma forma diferente da convencional.
Essa é uma tentativa....
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Do Toda Midia de hoje para assinantes da Folha ou do UOL - "A nova ediçao da Time traz a manchete 'Como salvar seu jornal'. Oferece a 'proposta humilde' de que passem a cobrar 'micropagamentos' por cada texto acessado via internet, telefone etc. A proposta é um desenvolvimento do que fez antes a indústria fonográfica, via iTunes. Mas já é torpedeada por blogs como o Valleywag".
link: notícia do BlueBus
Essa é uma tentativa....
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Do Toda Midia de hoje para assinantes da Folha ou do UOL - "A nova ediçao da Time traz a manchete 'Como salvar seu jornal'. Oferece a 'proposta humilde' de que passem a cobrar 'micropagamentos' por cada texto acessado via internet, telefone etc. A proposta é um desenvolvimento do que fez antes a indústria fonográfica, via iTunes. Mas já é torpedeada por blogs como o Valleywag".
link: notícia do BlueBus
Amazon avança nos livros eletrônicos
Novas interfaces são lançadas e parece que essa está bem perto do mercado.
Esse novo brinquedinho vem com mais capacidade de armazenamento e com interface mais amigável.
Para os leitores é ótimo, pois os livros esgotados que não são viáveis para mais uma tiragem estarão disponíveis , mas para o mercado editorial... esse deve se preparar para oferecer essa oportunidade ao leitor e sabe vender esse produto e não encará-lo como uma ameaça.
--------
A Amazon.com anunciou ontem o lançamento de uma nova versão do seu leitor de publicações digitais, o Kindle 2, intensificando esforços para dominar essa nova indústria. A Amazon disse que a nova versão do dispositivo apresenta sete vezes mais memória do que a original, permite que se alterne entre as páginas com maior velocidade e traz uma tela de definição muito melhor, apesar de ainda monocromática.
O Kindle 2 também traz novo design, com teclas redondas e um pequeno controle, parecido com um joystick - bastante diferente do projeto original, alvo das críticas de alguns compradores que o consideraram desajeitado. O novo dispositivo será comercializado a partir de 24 de fevereiro. A Amazon manteve o preço do produto em US$ 359.Apesar de o novo Kindle apresentar apenas melhorias incrementais, o fundador e diretor executivo da Amazon, Jeffrey P. Bezos, estabeleceu metas ambiciosas. "Nossa visão é ter todos os livros que jamais foram impressos, em qualquer idioma, disponíveis na tela em menos de 60 segundos", disse ele numa entrevista coletiva concedida em Nova York.A Amazon introduziu vários novos recursos no Kindle. Uma nova função transforma texto em fala, permitindo aos leitores que alternem entre ler as palavras na tela do dispositivo e escutá-las por meio de uma voz computadorizada. Essa tecnologia foi oferecida pela Nuance, empresa especializada em reconhecimento de voz instalada em Burlington, Massachusetts.A Amazon também permitirá que os proprietários do dispositivo transfiram textos entre o Kindle e outros aparelhos portáteis. A empresa disse que estava trabalhando na disponibilização de textos digitalizados para outros dispositivos (como telefones celulares), apesar de não ter especificado quais seriam esses aparelhos.Um dos concorrentes que têm ameaçado a tentativa da Amazon de dominar o mundo dos e-books é o Google, que incluiu no seu acervo digital cerca de 7 milhões de livros, a maioria dos quais fora de catálogo. O Google também firmou parcerias com editoras e autores para dividir a receita proveniente da venda desses textos na internet.O Google disse recentemente que logo começaria a vender esses livros para leitura em dispositivos portáteis como o iPhone, da Apple, e telefones equipados com o sistema operacional Android, do próprio Google.Referindo-se implicitamente à ameaça representada pelo Google, Bezos disse que a Amazon era mais experiente do que a concorrência em se tratando daquilo que os leitores de livros desejam, e destacou o catálogo digital da Amazon, que inclui 230 mil títulos, entre livros recentes e best sellers."Temos dezenas de milhões de fregueses que compram livros de nós todos os dias, e sabemos o que eles desejam ler", disse. "Estamos nos certificando de priorizar esses itens." Markus Dohle, diretor executivo da Random House, a maior editora mundial de livros destinados ao consumidor - uma unidade do grupo alemão Bertelsmann -, disse que a empresa estava trabalhando com a Amazon e outras produtoras de e-books na digitalização da sua lista de livros fora de catálogo. Depois da entrevista coletiva, perguntaram a ele se estava preocupado com os efeitos do predomínio da Amazon sobre o mercado de livros digitais. Dohle fez uma pausa e riu. "Não somos nós que devemos falar sobre a concorrência da Amazon", disse ele. "Não acho que uma estratégia de negócios defensiva possa dar certo. Queremos expandir nossos negócios em todos os canais, e um dos fregueses de crescimento mais acelerado em todas as áreas é a Amazon. Enxergamos o Kindle e os livros eletrônicos como uma verdadeira oportunidade porque achamos que esse formato não vai devorar a parte física do ramo, mas vai gerar e criar novos leitores de livros", completou.
link: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090210/not_imp321109,0.php
Esse novo brinquedinho vem com mais capacidade de armazenamento e com interface mais amigável.
Para os leitores é ótimo, pois os livros esgotados que não são viáveis para mais uma tiragem estarão disponíveis , mas para o mercado editorial... esse deve se preparar para oferecer essa oportunidade ao leitor e sabe vender esse produto e não encará-lo como uma ameaça.
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A Amazon.com anunciou ontem o lançamento de uma nova versão do seu leitor de publicações digitais, o Kindle 2, intensificando esforços para dominar essa nova indústria. A Amazon disse que a nova versão do dispositivo apresenta sete vezes mais memória do que a original, permite que se alterne entre as páginas com maior velocidade e traz uma tela de definição muito melhor, apesar de ainda monocromática.
O Kindle 2 também traz novo design, com teclas redondas e um pequeno controle, parecido com um joystick - bastante diferente do projeto original, alvo das críticas de alguns compradores que o consideraram desajeitado. O novo dispositivo será comercializado a partir de 24 de fevereiro. A Amazon manteve o preço do produto em US$ 359.Apesar de o novo Kindle apresentar apenas melhorias incrementais, o fundador e diretor executivo da Amazon, Jeffrey P. Bezos, estabeleceu metas ambiciosas. "Nossa visão é ter todos os livros que jamais foram impressos, em qualquer idioma, disponíveis na tela em menos de 60 segundos", disse ele numa entrevista coletiva concedida em Nova York.A Amazon introduziu vários novos recursos no Kindle. Uma nova função transforma texto em fala, permitindo aos leitores que alternem entre ler as palavras na tela do dispositivo e escutá-las por meio de uma voz computadorizada. Essa tecnologia foi oferecida pela Nuance, empresa especializada em reconhecimento de voz instalada em Burlington, Massachusetts.A Amazon também permitirá que os proprietários do dispositivo transfiram textos entre o Kindle e outros aparelhos portáteis. A empresa disse que estava trabalhando na disponibilização de textos digitalizados para outros dispositivos (como telefones celulares), apesar de não ter especificado quais seriam esses aparelhos.Um dos concorrentes que têm ameaçado a tentativa da Amazon de dominar o mundo dos e-books é o Google, que incluiu no seu acervo digital cerca de 7 milhões de livros, a maioria dos quais fora de catálogo. O Google também firmou parcerias com editoras e autores para dividir a receita proveniente da venda desses textos na internet.O Google disse recentemente que logo começaria a vender esses livros para leitura em dispositivos portáteis como o iPhone, da Apple, e telefones equipados com o sistema operacional Android, do próprio Google.Referindo-se implicitamente à ameaça representada pelo Google, Bezos disse que a Amazon era mais experiente do que a concorrência em se tratando daquilo que os leitores de livros desejam, e destacou o catálogo digital da Amazon, que inclui 230 mil títulos, entre livros recentes e best sellers."Temos dezenas de milhões de fregueses que compram livros de nós todos os dias, e sabemos o que eles desejam ler", disse. "Estamos nos certificando de priorizar esses itens." Markus Dohle, diretor executivo da Random House, a maior editora mundial de livros destinados ao consumidor - uma unidade do grupo alemão Bertelsmann -, disse que a empresa estava trabalhando com a Amazon e outras produtoras de e-books na digitalização da sua lista de livros fora de catálogo. Depois da entrevista coletiva, perguntaram a ele se estava preocupado com os efeitos do predomínio da Amazon sobre o mercado de livros digitais. Dohle fez uma pausa e riu. "Não somos nós que devemos falar sobre a concorrência da Amazon", disse ele. "Não acho que uma estratégia de negócios defensiva possa dar certo. Queremos expandir nossos negócios em todos os canais, e um dos fregueses de crescimento mais acelerado em todas as áreas é a Amazon. Enxergamos o Kindle e os livros eletrônicos como uma verdadeira oportunidade porque achamos que esse formato não vai devorar a parte física do ramo, mas vai gerar e criar novos leitores de livros", completou.
link: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090210/not_imp321109,0.php
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Circulação de jornais aumenta 8% no primeiro semestre
Na contramão do que ocorre em muitos outros grandes mercados mundiais, a circulação de jornais continua crescendo no Brasil. No primeiro semestre deste ano, a alta foi de 8% na média dos diários filiados ao Instituto Verificador de Circulação, em comparação ao mesmo período de 2007. Os 30 maiores títulos do País, responsáveis por 83% da circulação total, tiveram avanço médio de 8,8%. No pelotão de frente, os jornais populares continuam puxando a fila dos que mais crescem: Aqui MG (128%), Super Notícia (67%), Daqui (58%) e Expresso da Informação (27%). Ainda nesse grupo dos 30 maiores, os que mais emagreceram foram Diário de S. Paulo (-8,4%), O Dia (-8%), Gazeta do Povo (-6,4%) e Jornal do Brasil (-5%). Com média de 317 mil exemplares diários e crescimento de 5,9% no primeiro semestre de 2008, na comparação com o mesmo período de 2007, a Folha de S.Paulo lidera o ranking geral de circulação, seguida por Extra (média diária de 315.246, o que representa queda de 0,2%), Super Notícia (média de 301.362; alta de 67%), O Globo (média de 281.823; alta de 2,4%), O Estado de S.Paulo (média de 257.810; alta de 8,1%), Meia Hora (média de 222.863; alta de 12,7%), Zero Hora (média de 177.950; alta de 1,3%), Diário Gaúcho (média de 166.745; alta de 10,4%), Correio do Povo (média de 153.916; queda de 1%) e Lance (média de 122.503; alta de 5,8%).
link: http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?Circulacao_de_jornais_aumenta_8__no_primeiro_semestre
link: http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?Circulacao_de_jornais_aumenta_8__no_primeiro_semestre
What to Do if Your Cover Is Not Flashing
Don't worry. It's not you. Most copies of this issue -- like the non-flashing one at left -- don't. But we have also published an experimental limited edition of this issue (which you can see here) that features something called electronic ink, with moving words and flashing images. It is available at some major bookstores and newsstands. And although its content is identical to that of the regular edition, we created the special cover to demonstrate a revolutionary technology that will change the way we all read paper magazines in the years ahead.
Putting this cover together really started seven years ago, when deputy editor Peter Griffin and senior editor Brendan Vaughan (see below) visited E Ink, a start-up company in Cambridge, Massachusetts, that had developed an ink-based form of electronic paper displays. Its technology is what is now behind many kinds of cell-phone screens as well as the Sony and Kindle electronic readers. But at the time, the development of "e-paper"--a thin sheet as flexible and readable as conventional paper but with words and images made of electronic ink--seemed far off; the circuit boards, the power requirements--and the cost--just couldn't be made small enough to use in a magazine. Until last year.
Yet the technology still needed a push. First E Ink and its manufacturing partner, the Nicobar Group in Shanghai , had to design circuitry thin and flexible enough to bend with the cover and small enough to draw a level of energy that would allow the battery to last for at least ninety days. (In fact, it should last a few months longer than that.) Then they had to devise a way to conserve battery power during the prolonged process of assembling and transporting and binding the cover. As Andy Mulkerin, managing partner of Nicobar, explains, "The ink draws more power at higher temperatures, so we needed to control the temperature the units were going to see from China to the newsstand." Which meant we needed refrigerated trucks. (Which also means you can easily extend the life of your issue by storing it in the freezer.) Then there was the bindery: Our printer, RR Donnelley, had to radically alter its processes to protect the cover from the shock of its heavy-duty binding machines. None of these and many other challenges had ever been faced before. In all, Esquire's special e-cover has been in serious development for more than a year and required a chain of innovation that stretched more than seven thousand miles. But in the end, as it flashes the delayed arrival of the twenty-first century, we think we've taken an important step into the future of magazine publishing. Or at least that we did something that looks pretty cool.
link: http://www.esquire.com/features/cover-not-flashing-1008
Putting this cover together really started seven years ago, when deputy editor Peter Griffin and senior editor Brendan Vaughan (see below) visited E Ink, a start-up company in Cambridge, Massachusetts, that had developed an ink-based form of electronic paper displays. Its technology is what is now behind many kinds of cell-phone screens as well as the Sony and Kindle electronic readers. But at the time, the development of "e-paper"--a thin sheet as flexible and readable as conventional paper but with words and images made of electronic ink--seemed far off; the circuit boards, the power requirements--and the cost--just couldn't be made small enough to use in a magazine. Until last year.
Yet the technology still needed a push. First E Ink and its manufacturing partner, the Nicobar Group in Shanghai , had to design circuitry thin and flexible enough to bend with the cover and small enough to draw a level of energy that would allow the battery to last for at least ninety days. (In fact, it should last a few months longer than that.) Then they had to devise a way to conserve battery power during the prolonged process of assembling and transporting and binding the cover. As Andy Mulkerin, managing partner of Nicobar, explains, "The ink draws more power at higher temperatures, so we needed to control the temperature the units were going to see from China to the newsstand." Which meant we needed refrigerated trucks. (Which also means you can easily extend the life of your issue by storing it in the freezer.) Then there was the bindery: Our printer, RR Donnelley, had to radically alter its processes to protect the cover from the shock of its heavy-duty binding machines. None of these and many other challenges had ever been faced before. In all, Esquire's special e-cover has been in serious development for more than a year and required a chain of innovation that stretched more than seven thousand miles. But in the end, as it flashes the delayed arrival of the twenty-first century, we think we've taken an important step into the future of magazine publishing. Or at least that we did something that looks pretty cool.
link: http://www.esquire.com/features/cover-not-flashing-1008
capa foi impressa com tinta eletronica
olhem isso, é muito bacana.
Saiu a ediçao outubro da Esquire com capa com E-ink ou 'tinta eletrônica', anterior aqui. Permite animaçoes como a que você vê no vídeo abaixo. A tiragem da revista é de 100 mil exemplares e as baterias que fazem parte do sistema duram até 90 dias. Mas de acordo com a revista, dá pra prolongar deixando na geladeira ou no congelador.
link: http://www.bluebus.com.br/show/2/86359/esquire_saiu_hoje_capa_foi_impressa_com_tinta_eletronica_veja
veja o video:
http://www.esquire.com/the-side/video/e-ink-cover-video
Saiu a ediçao outubro da Esquire com capa com E-ink ou 'tinta eletrônica', anterior aqui. Permite animaçoes como a que você vê no vídeo abaixo. A tiragem da revista é de 100 mil exemplares e as baterias que fazem parte do sistema duram até 90 dias. Mas de acordo com a revista, dá pra prolongar deixando na geladeira ou no congelador.
link: http://www.bluebus.com.br/show/2/86359/esquire_saiu_hoje_capa_foi_impressa_com_tinta_eletronica_veja
veja o video:
http://www.esquire.com/the-side/video/e-ink-cover-video
Eletrônico, mas com tamanho de impresso
Mais um lançamento envolvendo o e-paper. A tecnologia está sendo desenvolvida e, esperamos, acessível. Acredito que no início a leitura nessa tela portátil será estranha, mas muito rápido será assimilada pelas pessoas (principalmente os jovens). Cada vez mais somos ávidos por novas tecnologias e esse lançamento será bem vindo.
Ler um jornal eletrônico por meio de uma tela portátil que tenha dimensões parecidas com o velho e bom jornal impresso. De acordo com a empresa norte-americana Plastic Logic, isso será possível já no primeiro semestre de 2009, quando chegará ao mercado a sua tela plástica para a leitura de jornais digitais. Ainda sem nome definido, a invenção foi apresentada nessa segunda-feira, 8, em uma mostra de tecnologia realizada em San Diego. Com tecnologia desenvolvida pela E Ink, a tela permite atualizações constantes por meio de um sistema sem fio e tem capacidade de armazenamento de centenas de páginas de documentos. O que a difere das já existentes eReader (Sony) e Kindle (Amazon) é o tamanho. A invenção da Plastic Logic possui 28 cm de altura por 21,6 cm de largura.Na apresentação, o diretor executivo da Plastic Logic, Richard Archuleta, afirmou que a companhia pretende fazer convênios com grandes grupos midiáticos, mas não revelou quais títulos já teriam sido escolhidos para transpor sua versão eletrônica à nova tela. Apesar disso, o presidente da Hearst Interactive Media - grupo que controla 16 jornais, entre ele o Houston Chronicle - confirmou ter interesse em distribuir o conteúdo por meio da nova tecnologia.
link: http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?Eletronico__mas_com_tamanho_de_impresso
Ler um jornal eletrônico por meio de uma tela portátil que tenha dimensões parecidas com o velho e bom jornal impresso. De acordo com a empresa norte-americana Plastic Logic, isso será possível já no primeiro semestre de 2009, quando chegará ao mercado a sua tela plástica para a leitura de jornais digitais. Ainda sem nome definido, a invenção foi apresentada nessa segunda-feira, 8, em uma mostra de tecnologia realizada em San Diego. Com tecnologia desenvolvida pela E Ink, a tela permite atualizações constantes por meio de um sistema sem fio e tem capacidade de armazenamento de centenas de páginas de documentos. O que a difere das já existentes eReader (Sony) e Kindle (Amazon) é o tamanho. A invenção da Plastic Logic possui 28 cm de altura por 21,6 cm de largura.Na apresentação, o diretor executivo da Plastic Logic, Richard Archuleta, afirmou que a companhia pretende fazer convênios com grandes grupos midiáticos, mas não revelou quais títulos já teriam sido escolhidos para transpor sua versão eletrônica à nova tela. Apesar disso, o presidente da Hearst Interactive Media - grupo que controla 16 jornais, entre ele o Houston Chronicle - confirmou ter interesse em distribuir o conteúdo por meio da nova tecnologia.
link: http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?Eletronico__mas_com_tamanho_de_impresso
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