As pessoas não irão pagar por conteúdo / notícias, agora agregar outros recursos é mais interessante e pode valer a pena.
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O Le Figaro, o jornal de maior tiragem da França, reformulou seu site e passou a cobrar pelo acesso de parte de seu conteúdo, tendência em andamento na imprensa do país. O acesso a "toda informação em tempo real" continua gratuito, informou o jornal. Mas pagando 8 por mês o internauta pode acessar a opção "Mon Figaro Select", que oferece ao leitor "recursos para ele ir à frente na compreensão da atualidade e discuti-la".
Especificamente, essa seção inclui informações multimídia que aprofundam certos assuntos, um espaço para a publicação de artigos sobre os temas favoritos do assinante - que podem ser destacados pela redação - e algumas vantagens comerciais em serviços.
Já o "Mon Figaro Business", que custa 15 ao mês, dá acesso a "conteúdos e serviços destinados a facilitar a vida profissional". Isso inclui, em primeiro lugar, uma base de dados "exclusiva", com fichas biográficas dos principais diretores das grandes empresas francesas e o organograma dessas companhias.
Além da base de dados, a cada semana são adicionados textos sobre temas econômicos e, diariamente, de manhã ou à tarde, são publicados resumos de bolsas como as de Wall Street, Xangai e Paris. Fora isso, é oferecida uma série de "vantagens para facilitar a vida no escritório e depois" do trabalho, como um "conciérge particular" para reservas de restaurantes, hotéis ou espetáculos, ou um motor de busca para licitações em áreas de interesse.
"NEW YORK TIMES"
A cobrança pelo conteúdo dos jornais na internet é uma tendência que vem sendo observada nos últimos tempos. O jornal americano The New York Times já anunciou que vai começar a cobrar, a partir de 2011, o acesso a parte do conteúdo online. Rupert Murdoch, dono da News Corp., grupo ao qual pertence o Wall Street Journal, é defensor ferrenho da cobrança. Para ele, os usuários da internet pagarão pelo conteúdo e terão a maior satisfação em gastar "pela informação, porque precisam dela para ascender socialmente".
O Wall Street Journal já cobra tarifas dos leitores e tem um milhão de assinantes. "Não hesitaremos em gastar para aplicar esse modelo a todas as nossas organizações de notícias, como o Times de Londres. No Times, há jornalistas que investiram dias e semanas em seus artigos, e nossos clientes são suficientemente inteligentes para saber que não poderão ter acesso a algo se não pagarem por ele", disse Murdoch num debate da Comissão Federal do Comércio dos EUA (FTC) sobre o futuro do jornalismo na era da internet.
Mas essa visão não é compartilhada por todos. Alan Rusbridger, editor do britânico The Guardian, afirma que a cobrança seria uma péssima ideia para seu jornal, que tem se beneficiado do livre intercâmbio de ideias na rede, e também para a sua empresa, que espera converter o crescimento da sua tiragem em receitas de publicidade.
link:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100217/not_imp512125,0.php
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Película fina transforma qualquer tela em touchscreen
Fazer com que seu monitor se torne uma tela sensível ao toque vai ser muito simples em breve: a empresa portuguesa Displax desenvolveu uma película fina que é capaz de transformar telas de diversas tecnologias --incluindo e-Ink, OLED e LCD-- em touchscreen.
"É extremamente poderoso, preciso e versátil", diz Miguel Fonseca, diretor de negócios da Displax. "Você pode usar nosso filme com qualquer tela."
De acordo com o site da revista Wired, a tecnologia sensível ao toque se tornou uma forma como interagimos com nossos dispositivos e aparelhos. A tendência é que aparatos como o mouse, teclado e demais botões físicos sejam eliminados.
Os filmes da Displax variam entre 3 e 120 polegadas. Em uma superfície de 50 polegadas, a película detecta até 16 dedos. A capacidade de resposta táctil também é grande, afirma Fonseca. As vendas do filme devem começar em julho.
"Se a Displax pode fazer isso em telas maiores, realmente será uma das primeiras companhias a fazer o que chamamos de multitoque maciço", diz Daniel Wigdor, arquiteto de experiência do usuário na Microsoft, cujo enfoque de trabalho se concentra em computação gestual e multitoque.
"Se você observar a tecnologia existente em telas grandes, vai ver que eles usam uma câmera infravermelha que sente apenas dois a quatro pontos de contato. A Displax nos leva ao próximo passo", declarou.
As últimas tecnologias da Displax trabalham com superfícies opacas e transparentes. A película tem uma transparência de 98% (trata-se de uma medida da quantidade de luz refletida pela superfície). "É uma taxa de transmissão bastante decente", disse Wigdor.
Uma grade de nanofios é incorporada na película fina do filme de polímero, cuja espessura é de 100 microns, ou 100 milésimos de milímetro. Um dedo ou dois posicionados na tela causam um distúrbio elétrico.
O microcontrole analisa isto, e decodifica o local tocado na grade de nanofios. A película é acompanhada de driver e painel de controle para configuração.
link:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u688462.shtml
"É extremamente poderoso, preciso e versátil", diz Miguel Fonseca, diretor de negócios da Displax. "Você pode usar nosso filme com qualquer tela."
De acordo com o site da revista Wired, a tecnologia sensível ao toque se tornou uma forma como interagimos com nossos dispositivos e aparelhos. A tendência é que aparatos como o mouse, teclado e demais botões físicos sejam eliminados.
Os filmes da Displax variam entre 3 e 120 polegadas. Em uma superfície de 50 polegadas, a película detecta até 16 dedos. A capacidade de resposta táctil também é grande, afirma Fonseca. As vendas do filme devem começar em julho.
"Se a Displax pode fazer isso em telas maiores, realmente será uma das primeiras companhias a fazer o que chamamos de multitoque maciço", diz Daniel Wigdor, arquiteto de experiência do usuário na Microsoft, cujo enfoque de trabalho se concentra em computação gestual e multitoque.
"Se você observar a tecnologia existente em telas grandes, vai ver que eles usam uma câmera infravermelha que sente apenas dois a quatro pontos de contato. A Displax nos leva ao próximo passo", declarou.
As últimas tecnologias da Displax trabalham com superfícies opacas e transparentes. A película tem uma transparência de 98% (trata-se de uma medida da quantidade de luz refletida pela superfície). "É uma taxa de transmissão bastante decente", disse Wigdor.
Uma grade de nanofios é incorporada na película fina do filme de polímero, cuja espessura é de 100 microns, ou 100 milésimos de milímetro. Um dedo ou dois posicionados na tela causam um distúrbio elétrico.
O microcontrole analisa isto, e decodifica o local tocado na grade de nanofios. A película é acompanhada de driver e painel de controle para configuração.
link:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u688462.shtml
A crise dos jornais no Japão
A redução de tiragem é global, claro que com certas ações tentam incentivar os jovens a ler o jornal, mas não tem jeito, não há como deter isso.
O jornal online tem links relacionados, tem opiniões e o impresso não. Claro que em muitos casos o impresso tem mais imagens, mas isso deve mudar em breve.
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O Japão é apontado muitas vezes como um país imune à crise do jornal impresso. A Economist (em inglês) desta semana mostra que não é bem assim: a situação é bem pior do que pode parecer à primeira vista. As tiragens ainda são enormes – o Yomiuri Shimbun vende 10 milhões de exemplares diários matinais e 3,6 milhões vespertinas (mais do que todos os jornais brasileiros somados). A circulação dos jornais japoneses caiu somente 6,3% na última década. Pouco, levando-se em conta que a queda foi de 10,6% nos Estados Unidos durante o último ano.
Mas, como acontece aqui e em qualquer lugar, os jovens leem cada vez menos jornais. Isso já teve impacto na publicidade. No ano fiscal 2008-2009, os jornais japoneses faturaram 565,5 bilhões de ienes (US$ 6,2 bilhões), comparados a 858,4 bilhões de ienes em 1998. Segundo a revista britânica:
“Os donos de jornais esperam reverter algumas dessas tendências. Eles estão oferecendo jornais em escolas, na esperança de que as crianças se acostumem a lê-los. As universidades pedem que os estudantes analisem matérias de jornal como parte de seu exame de admissão. Talvez isso funcione. O mais provável, no entanto, é que a saúde dos jornais comece a declinar – mais lentamente do que em outros países, talvez, mas as notícias são igualmente ruins.”
link:
http://blogs.estadao.com.br/renato-cruz/a-crise-do-jornais-no-japao/
O jornal online tem links relacionados, tem opiniões e o impresso não. Claro que em muitos casos o impresso tem mais imagens, mas isso deve mudar em breve.
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O Japão é apontado muitas vezes como um país imune à crise do jornal impresso. A Economist (em inglês) desta semana mostra que não é bem assim: a situação é bem pior do que pode parecer à primeira vista. As tiragens ainda são enormes – o Yomiuri Shimbun vende 10 milhões de exemplares diários matinais e 3,6 milhões vespertinas (mais do que todos os jornais brasileiros somados). A circulação dos jornais japoneses caiu somente 6,3% na última década. Pouco, levando-se em conta que a queda foi de 10,6% nos Estados Unidos durante o último ano.
Mas, como acontece aqui e em qualquer lugar, os jovens leem cada vez menos jornais. Isso já teve impacto na publicidade. No ano fiscal 2008-2009, os jornais japoneses faturaram 565,5 bilhões de ienes (US$ 6,2 bilhões), comparados a 858,4 bilhões de ienes em 1998. Segundo a revista britânica:
“Os donos de jornais esperam reverter algumas dessas tendências. Eles estão oferecendo jornais em escolas, na esperança de que as crianças se acostumem a lê-los. As universidades pedem que os estudantes analisem matérias de jornal como parte de seu exame de admissão. Talvez isso funcione. O mais provável, no entanto, é que a saúde dos jornais comece a declinar – mais lentamente do que em outros países, talvez, mas as notícias são igualmente ruins.”
link:
http://blogs.estadao.com.br/renato-cruz/a-crise-do-jornais-no-japao/
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Cai a circulação dos jornais brasileiros
Em 2008, a circulação dos jornais havia subido, como escrevi nesse blog.
Agora (fevereiro de 2010) saiu a notícia que a circulação caiu. Todo mundo estava sentindo isso, as pessoas compram menos jornais, há mais jornais de qualidade com distribuição gratuita toda manhã em SP e, claro, a comodidade de ler notícias na internet e sem custo (por enquanto).
Segue a notícia e tirem suas conclusões.
----------
Caiu 6,9% a circulação somada dos 20 maiores jornais diários brasileiros em 2009. Apenas seis conseguiram melhorar seus desempenhos de acordo com dados do Instituto Verificador de Circulação (IVC). São eles: Daqui (31%), Expresso da Informação (15,7%), Lance (10%), Correio Braziliense (6,7%), Agora São Paulo (4,8%) e Zero Hora (2%). Mantiveram-se estáveis Correio do Povo, A Tribuna e Valor Econômico, que encerraram o ano passado com circulações bem próximas às do fechamento de 2008.
Onze títulos viram seus números encolherem durante 2009. Os dois que mais caíram foram os do Grupo O Dia, do Rio de Janeiro: O Dia (-31,7%) e Meia Hora (-19,8%). Também tiveram quedas Diário de S. Paulo (-18,6%), Jornal da Tarde (-17,6%), Extra (-13,7%), O Estado de S. Paulo (-13,5%), Diário Gaúcho (-12%), O Globo (-8,6%), Folha de S. Paulo (-5%), Super Notícia (-4,5) e Estado de Minas (-2%).
Não houve alterações significativas nas posições do ranking, a não ser a evolução contínua de títulos populares como o Dez Minutos, de Manaus, que estreia na 17ª posição, com média diária de 60 mil exemplares - não considerados na conta de queda de 6,9%, pois foi lançado no final do ano passado.
A liderança continua com a Folha de S. Paulo (média diária de 295 mil exemplares), seguida por Super Notícia (289 mil), O Globo (257 mil) e Extra (248 mil). Em quinto lugar está O Estado de S. Paulo (213 mil), à frente do Meia Hora (186 mil) e dos gaúchos Zero Hora (183 mil), Correio do Povo (155 mil) e Diário Gaúcho (147 mil). O top 10 se completa com o Lance (125 mil).
A informação é da coluna Em Pauta, publicada na edição 1394 de Meio & Mensagem, que circula com data de 1º de Fevereiro de 2010.
link: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Cai_a_circulacao_dos_jornais_brasileiros&origem=mmbymail&token=7458394722141042126302
Agora (fevereiro de 2010) saiu a notícia que a circulação caiu. Todo mundo estava sentindo isso, as pessoas compram menos jornais, há mais jornais de qualidade com distribuição gratuita toda manhã em SP e, claro, a comodidade de ler notícias na internet e sem custo (por enquanto).
Segue a notícia e tirem suas conclusões.
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Caiu 6,9% a circulação somada dos 20 maiores jornais diários brasileiros em 2009. Apenas seis conseguiram melhorar seus desempenhos de acordo com dados do Instituto Verificador de Circulação (IVC). São eles: Daqui (31%), Expresso da Informação (15,7%), Lance (10%), Correio Braziliense (6,7%), Agora São Paulo (4,8%) e Zero Hora (2%). Mantiveram-se estáveis Correio do Povo, A Tribuna e Valor Econômico, que encerraram o ano passado com circulações bem próximas às do fechamento de 2008.
Onze títulos viram seus números encolherem durante 2009. Os dois que mais caíram foram os do Grupo O Dia, do Rio de Janeiro: O Dia (-31,7%) e Meia Hora (-19,8%). Também tiveram quedas Diário de S. Paulo (-18,6%), Jornal da Tarde (-17,6%), Extra (-13,7%), O Estado de S. Paulo (-13,5%), Diário Gaúcho (-12%), O Globo (-8,6%), Folha de S. Paulo (-5%), Super Notícia (-4,5) e Estado de Minas (-2%).
Não houve alterações significativas nas posições do ranking, a não ser a evolução contínua de títulos populares como o Dez Minutos, de Manaus, que estreia na 17ª posição, com média diária de 60 mil exemplares - não considerados na conta de queda de 6,9%, pois foi lançado no final do ano passado.
A liderança continua com a Folha de S. Paulo (média diária de 295 mil exemplares), seguida por Super Notícia (289 mil), O Globo (257 mil) e Extra (248 mil). Em quinto lugar está O Estado de S. Paulo (213 mil), à frente do Meia Hora (186 mil) e dos gaúchos Zero Hora (183 mil), Correio do Povo (155 mil) e Diário Gaúcho (147 mil). O top 10 se completa com o Lance (125 mil).
A informação é da coluna Em Pauta, publicada na edição 1394 de Meio & Mensagem, que circula com data de 1º de Fevereiro de 2010.
link: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Cai_a_circulacao_dos_jornais_brasileiros&origem=mmbymail&token=7458394722141042126302
terça-feira, 22 de setembro de 2009
The Economist cobrará por conteúdo online
Espelhando-se no recente movimento iniciado pelo proprietário do conglomerado de mídia News Corporation, Rupert Murdoch, a revista britânica The Economist anunciou a pretensão de cobrar dos internautas pelo acesso ao seu conteúdo online.
O site Economist.com oferece suas reportagens e suas notícias online de forma livre. Além disso, o website também oferece, de forma gratuita, a leitura da matéria de capa de sua publicação semanal, cujo preço de venda na Europa é de 4 libras.
A idéia de alterar a mecânica de distribuição de conteúdo partiu do publisher da revista, Bem Edwards. Segundo ele, a marca "The Economist" estudará um meio de cobrar pelo conteúdo online que poderá ser feito por meio de micropagamentos eletrônicos. O executivo também comenta que a ideia de cobrar pelo conteúdo online, plantada por Murdoch, representa uma boa iniciativa, embora duvide que muitas outras publicações estejam aptas a seguir esse modelo.
O novo modelo da "The Economist" deverá ser introduzido dentro dos próximos seis meses e marcará um retorno ao antigo modelo adotado pela revista até o ano de 2007, quando decidiu liberar todo o seu conteúdo na internet e deixar de cobrar pelas assinaturas online. Antes disso, a companhia havia adotado um sistema misto de cobrança e de liberação de conteúdo gratuito na web.
Com informações do Brand Republic.
link: http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?The_Economist_cobrara_por_conteudo_online
O site Economist.com oferece suas reportagens e suas notícias online de forma livre. Além disso, o website também oferece, de forma gratuita, a leitura da matéria de capa de sua publicação semanal, cujo preço de venda na Europa é de 4 libras.
A idéia de alterar a mecânica de distribuição de conteúdo partiu do publisher da revista, Bem Edwards. Segundo ele, a marca "The Economist" estudará um meio de cobrar pelo conteúdo online que poderá ser feito por meio de micropagamentos eletrônicos. O executivo também comenta que a ideia de cobrar pelo conteúdo online, plantada por Murdoch, representa uma boa iniciativa, embora duvide que muitas outras publicações estejam aptas a seguir esse modelo.
O novo modelo da "The Economist" deverá ser introduzido dentro dos próximos seis meses e marcará um retorno ao antigo modelo adotado pela revista até o ano de 2007, quando decidiu liberar todo o seu conteúdo na internet e deixar de cobrar pelas assinaturas online. Antes disso, a companhia havia adotado um sistema misto de cobrança e de liberação de conteúdo gratuito na web.
Com informações do Brand Republic.
link: http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?The_Economist_cobrara_por_conteudo_online
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Venda de jornais diários cresce 1,8% na AL
A venda de jornais diários no mundo cresceu 1,3% em 2008, chegando a quase 540 milhões por dia, o que representa também uma alta de 8,8% em relação a cinco anos atrás. Na América Latina, houve alta de 1,8%. Quando os diários gratuitos são acrescidos ao estudo, a circulação mundial cresce um pouco mais, com 1,6% no ano passado e 13% em relação a meia década atrás.
Os dados dão conta também que as receitas publicitárias do jornal caíram 5% no mundo no ano passado, deixando a mídia impressa com 37% das receitas globais.
Além disso, a Europa é o paraíso para os jornais gratuitos, já que 23% dos diários daquele continente circulavam nesta condição em 2008.
As informações foram passadas por Gavin O´Reilly, presidente da World Association of Newspapper (WAN), entidade que representa o mercado de jornais, nesta quarta-feira, 27. Em discurso, eles quis "desmistificar relatórios que estão prevendo a morte iminente dos jornais".
"O fato é que, como indústria global, a audiência do impresso continua crescendo", afirmou o executivo, que também é CEO da Independent News and Media. "Prever a morte dos jornais parece ter atingido o status de um novo esporte", critica.
Ainda baseado em dados da associação, O´Reilly lembra que 1,9 bilhão de pessoas leem um diário pago a cada dia, sendo que os jornais alcançam 41% a mais de adultos do que a internet. Ainda na toada de valorizar o meio, ele fez uma comparação: "Tem mais adultos lendo um jornal todos os dias do que pessoas comendo um Big Mac todos os anos".
Quando a análise de circulação é feita por regiões, a que mais cresce é a África, com 6,9%, seguida por 2,9% na Ásia, 1,8% na América Latina. Por outro lado, houve queda de 3,7% na América do Norte, 2,5% na Oceania e 1,8% na Europa.
Questionado sobre o fato de o crescimento estar sendo verdade apenas nos mercados emergentes, ele concorda, mas diz que não se trata da história completa: "As empresas de jornais nos mercados maduros abraçaram a tecnologia digital para aumentar o seu alcance", informou. Ele argumentou também que os mercados maduros mantém um alcance alto para os jornais, que atingem mais de 70% da população adulta da Europa, 91% no Japão e 62% na América do Norte.
Além disso, ele disse que 38% dos países tiveram ganho na circulação em 2008, e 58% tiveram mais circulação do que há cinco anos.
fonte: http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?Venda_de_jornais_diarios_cresce_1_8__na_AL
Os dados dão conta também que as receitas publicitárias do jornal caíram 5% no mundo no ano passado, deixando a mídia impressa com 37% das receitas globais.
Além disso, a Europa é o paraíso para os jornais gratuitos, já que 23% dos diários daquele continente circulavam nesta condição em 2008.
As informações foram passadas por Gavin O´Reilly, presidente da World Association of Newspapper (WAN), entidade que representa o mercado de jornais, nesta quarta-feira, 27. Em discurso, eles quis "desmistificar relatórios que estão prevendo a morte iminente dos jornais".
"O fato é que, como indústria global, a audiência do impresso continua crescendo", afirmou o executivo, que também é CEO da Independent News and Media. "Prever a morte dos jornais parece ter atingido o status de um novo esporte", critica.
Ainda baseado em dados da associação, O´Reilly lembra que 1,9 bilhão de pessoas leem um diário pago a cada dia, sendo que os jornais alcançam 41% a mais de adultos do que a internet. Ainda na toada de valorizar o meio, ele fez uma comparação: "Tem mais adultos lendo um jornal todos os dias do que pessoas comendo um Big Mac todos os anos".
Quando a análise de circulação é feita por regiões, a que mais cresce é a África, com 6,9%, seguida por 2,9% na Ásia, 1,8% na América Latina. Por outro lado, houve queda de 3,7% na América do Norte, 2,5% na Oceania e 1,8% na Europa.
Questionado sobre o fato de o crescimento estar sendo verdade apenas nos mercados emergentes, ele concorda, mas diz que não se trata da história completa: "As empresas de jornais nos mercados maduros abraçaram a tecnologia digital para aumentar o seu alcance", informou. Ele argumentou também que os mercados maduros mantém um alcance alto para os jornais, que atingem mais de 70% da população adulta da Europa, 91% no Japão e 62% na América do Norte.
Além disso, ele disse que 38% dos países tiveram ganho na circulação em 2008, e 58% tiveram mais circulação do que há cinco anos.
fonte: http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?Venda_de_jornais_diarios_cresce_1_8__na_AL
Conteúdo pago
Essa semana li uma matéria que causou alvoroço, sobre os hábitos de um menino inglês de 15 anos. Esse menino falou entre outras coisas, que nunca comprou e não lê jornal impresso e que prefere ler as notícias resumidas na internet e na televisão. Também falou que não quer pagar por músicas. Tudo depende do preço e da maneira da cobrança.
Lionel Barber, editor do Financial Times, prevê que no prazo de 1 ano "quase todas" as organizaçoes jornalísticas vao cobrar por seu conteúdo online. Acredita que o principal desafio enfrentado pelas empresas é a construçao de plataformas para cobrar dos usuários assinaturas ou valores por cada matéria. Falando esta noite no evento Media Standards Trust, na British Academy, em Londres, declarou que ainda nao se sabe ao certo "como esses modelos de pagamento online vao funcionar e quanta receita podem gerar".
fonte: http://www.bluebus.com.br/show/2/91471/o_editor_do_financial_times_diz_que_conteudo_pago_e_o_futuro_em_1_ano
Lionel Barber, editor do Financial Times, prevê que no prazo de 1 ano "quase todas" as organizaçoes jornalísticas vao cobrar por seu conteúdo online. Acredita que o principal desafio enfrentado pelas empresas é a construçao de plataformas para cobrar dos usuários assinaturas ou valores por cada matéria. Falando esta noite no evento Media Standards Trust, na British Academy, em Londres, declarou que ainda nao se sabe ao certo "como esses modelos de pagamento online vao funcionar e quanta receita podem gerar".
fonte: http://www.bluebus.com.br/show/2/91471/o_editor_do_financial_times_diz_que_conteudo_pago_e_o_futuro_em_1_ano
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